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    Campanha “Coração na Batida Certa” conscientiza sobre o risco das arritmias cardíacas

    Cerca de 20 milhões de brasileiros sofrem de arritmias cardíacas, ou seja, de frequência cardíaca anormal – irregular, acelerada ou muito lenta. O problema provoca até 320 mil mortes súbitas por ano, segundo a Sociedade Brasileira de Arritmias Cardíacas (Sobrac).

    Para despertar a necessidade de as pessoas se cuidarem e passarem por exames cardiológicos regularmente, a Sobrac criou, há 10 anos, a campanha “Coração na Batida Certa”.

    Neste dia 12 de novembro, a sociedade realizará mais de 20 ações educativas em diversas cidades de todas as regiões brasileiras.

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    Entenda as razões para a obstrução urológica, problema que acometeu Temer

    Quando o presidente Michel Temer foi internado nesta quarta-feira (25) em decorrência de uma obstrução urológica, surgiu a questão: o que é esse problema e como se soluciona? De acordo com o urologista da Unifesp, Alex Meller, a principal causa dessa intercorrência em homens é o aumento da próstata.

    “A retenção urinária acontece quando a pessoa não consegue esvaziar a bexiga e, cheia, provoca uma dor muito forte. Muitos passam mal de tanta dor”, explica Meller.

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    Dieta low carb é segura, mas não para todos

    A dieta low carb tem ganhado cada vez mais adeptos, atraídos pela perda de peso rápida. De fato, se bem feita, a dieta é segura e pode proporcionar um emagrecimento saudável, mas deslizes pequenos na condução dela podem colocar dois órgãos essenciais em risco: o fígado e os rins. O acompanhamento nutricional, portanto, se mostra fundamental para seguir corretamente a dieta, que prioriza alimentos in natura ou “comida de verdade”, como costuma ser ressaltado por seus adeptos.

    Dieta mediterrânea reduz risco de obesidade e câncer

    O especialista em Nutrição Clínica, Gilcélio Gonçalves de Almeida, explica que uma alimentação normal é dividida em carboidratos, proteínas e lipídios. Os carboidratos representam de 50% a 70% das calorias diárias, os lipídios ficam entre 25% e 30%, enquanto a proteína gira entre 12% e 15%. Na dieta low carb, a quantidade de carboidratos é reduzida e varia entre 15% e 30%, dependendo do objetivo da pessoa.

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    Confira as 10 principais doenças da 3ª idade

    Dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) indicam que três em cada quatro idosos no Brasil sofrem atualmente com ao menos uma doença considerada crônica, como diabetes, hipertensão e perda de audição, por exemplo.

    Especial do mês: Você sabia… Que falar mais de um idioma protege idosos do Alzheimer?

    Em um cenário em que a taxa de natalidade vem caindo, enquanto a expectativa de vida está crescendo, tanto a cidade quanto a sociedade precisam cada vez mais se preparar para poderem acolher e proporcionar uma melhor qualidade de vida àqueles que têm mais de 60 anos.

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    Alimentação na gravidez: nutrientes e cuidados essenciais

    Uma alimentação adequada durante a gravidez faz bem para a saúde da mãe e do bebê. Como a criança está em formação, desde os órgãos internos até cabelos e pele, os alimentos escolhidos na gestação interferem também no seu desenvolvimento.

    Além de todo o acompanhamento médico para checar a saúde da mãe e do feto, é importante ter uma atenção especial também com a alimentação, que requer um equilíbrio entre o grupo de nutrientes, quantidade e frequência das refeições.

    “As necessidades energéticas e proteicas da gestante são maiores do que a da mulher não gestante. Isso deve-se ao aumento do metabolismo e aos ajustes fisiológicos da gestação, mas não é tão grande a ponto de acreditar que seja necessário ‘comer por dois’. O aumento gira em torno de 300 calorias a partir do 2º e 3º trimestre e 10 gramas de proteínas por dia”, explica Luciana da Costa, nutricionista do Hospital e Maternidade Santa Joana.

    Ou seja, a quantidade não é muito maior do que a mulher comia antes de engravidar, já que as calorias a mais equivalem, em média, a um pão francês e a um copo de leite além do que de costume. O aumento excessivo de peso, inclusive, pode acarretar em problemas para a mãe e para o bebê, como diabetes gestacional, pressão alta e um parto prematuro.

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    No entanto, apostar na variedade e qualidade dos alimentos ingeridos pode resultar em ganhos tanto para a mãe quanto para o bebê. Isso porque com a evolução da gravidez e a escolha de alguns alimentos favorecem o desenvolvimento de áreas específicas do organismo da criança.

    “A suplementação de ômega 3, a partir da 32ª semana, por exemplo, ajuda a melhorar a formação da parte cognitiva e intelectual do bebê. É recomendado que, a partir desse período, a gestante comece a ingerir linhaça e peixes, como o salmão, que têm mais desse nutriente”, explica a especialista.

    O ácido fólico é outro nutriente importante e essencial para a formação do bebê, sendo indispensável nos primeiros meses, quando o tubo neural da criança está sendo desenvolvido. Apesar de ser encontrado em alimentos como lentilha, espinafre e feijão, como a quantidade necessária no primeiro trimestre da gestação é bastante significativa, é comum os médicos indicarem o uso de um suplemento.

    “Outros nutrientes como o ferro também são fundamentais, mas nem sempre é possível alcançar as recomendações com a alimentação. Por isso, habitualmente, os médicos prescrevem alguma vitamina específica para gestantes. Esse nutriente é geralmente encontrado nas folhas verdes escuras e nas carnes”, complementa a nutricionista.

    Tão importante quanto saber o que comer é ter conhecimento do que deve ser evitado nessa fase, como bebidas alcoólicas, carnes cruas ou mal passadas e café em excesso, por exemplo.

    “O cuidado com a alimentação é de extrema importância durante a gestação. Deve-se evitar carnes mal passadas, frutas, legumes e verduras mal higienizadas e leites e derivados não higienizados, pois existe o risco de transmissão de toxoplasmose. O peixe cru também não é recomendado durante a gestação. Prefira outros pratos da culinária japonesa que sejam preparados com carnes cozidas”, orienta Luciana.

    A toxoplasmose na gravidez pode aparecer e sequer apresentar sintomas para a mãe, mas causar graves problemas para o feto, como cegueira e atraso mental. No passado, era muito atribuída ao convívio com gatos, mas hoje já se sabe que a transmissão pode se dar através dos alimentos contaminados, muito mais até do que pelos felinos. Por isso, deve-se ter atenção redobrada.

    O consumo de bebidas alcoólicas também deve ser evitado, uma vez que estudos recentes apontam que não há quantidade segura para seu consumo durante a gestação, podendo ser prejudicial à formação fetal.

    Até mesmo o café, que pode ser um artifício usado por algumas gestantes para se manterem alertas, quando o próprio organismo está mais lento, deve ser consumido com moderação.

    “A quantidade de café liberada durante a gestação ainda apresenta estudos conflitantes. O consumo de até 200 mg de cafeína por dia [cerca de 300 ml de café] não demonstra risco durante a gestação. Quantidades maiores podem estar associadas ao baixo peso ao nascer e maior risco de aborto espontâneo, bem como insônia, irritabilidade, dores de cabeça e desidratação da mãe”, alerta a nutricionista.

    Buscar a orientação de um especialista pode ajudar a montar um cardápio que contenha os nutrientes necessários para a mãe e para o bebê e que seja adequado aos hábitos alimentares e à rotina da gestante.

    Revisão técnica
    Prof. Dr. Max Grinberg
    Núcleo de Bioética do Instituto do Coração do HCFMUSP
    Autor do blog Bioamigo

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  • O que é saudável no mundo diet

    O que é saudável no mundo diet?

    Com o aumento da oferta de produtos diets, muitas pessoas passaram a incorporar esse tipo de produto no dia a dia, acreditando estarem fazendo uma opção mais saudável e controlando, assim, o peso.

    Mas nem sempre isso é verdade. Uma lida mais atenta aos rótulos indica que, apesar de conter menos açúcar, o produto acaba tendo mais sódio e gordura para garantir sabor, textura e cor, sendo mais danoso ao organismo.

    “Alimentos diets são os que apresentam a ausência de determinado ingrediente, como, por exemplo, o açúcar. Mas nem sempre os produtos diet contêm menos calorias. Alguns, como o chocolate dietético, possuem uma quantidade maior de gordura para melhorar a palatabilidade [sabor], o que acaba não sendo um alimento mais saudável”, exemplifica a nutricionista Paula Hertel.

    O que é saudável no mundo diet

    As recomendações mais recentes apontam para uma alimentação que envolva produtos menos processados, buscando, sempre que possível, opções mais naturais.

    Como as alterações no organismo por muito consumo de sódio ou gordura não são rapidamente sentidos, as pessoas acabam não percebendo o quão danoso o seu consumo em excesso pode ser ao organismo, levando a doenças crônicas, como hipertensão e doenças cardiovasculares.

    “Os produtos diet devem ser consumidos com moderação e, em alguns casos, até evitados. Quem não tem diabetes, por exemplo, não necessariamente tem necessidade de consumir produtos sem açúcar. O açúcar, se consumido com moderação, pode fazer parte de uma alimentação balanceada, rica em vegetais, frutas e cereais integrais”, destaca Paula.

    Outro uso muito comum dos alimentos diets são por quem está em um regime para perda de peso ou mesmo manter o peso, acreditando ser mais saudável. Mas uma boa dieta deve ser equilibrada com alimentos que ajudem a todo o funcionamento do organismo e sejam agradáveis para o paladar das pessoas.

    “Nem sempre é necessário substituir o açúcar pelo adoçante para perda de peso. Recomendo reduzir a quantidade de açúcar nas preparações, substituindo sempre que possível pelo menos refinado, como o mascavo, demerara ou ainda açúcar de coco”, diz a nutricionista.

    A Organização Mundial de Saúde (OMS) reduziu recentemente a recomendação diária de consumo de açúcar de 10% para 5% das calorias totais. Isso equivale, para uma pessoa adulta, a 25 gramas/dia, ou seis colheres de chá.

    O guia alimentar para a população brasileira recomenda o consumo de alimentos in natura ou minimamente processados, ou seja, menos industrializados.

    “É possível adoçar um bolo, por exemplo, com tâmara ou uma banana bem madura, adoçar um iogurte natural com geleia ou batendo com uma fruta doce”, recomenda Paula.

    No caso de pessoas com diabetes, que devem ter um consumo de açúcar ainda mais restrito, pela dificuldade de o organismo processar naturalmente a substância, aí sim o adoçante é indicado.

    “Hoje no mercado existem diversos tipos de adoçantes, alguns mais naturais como, por exemplo, stévia”, conclui a nutricionista.

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    Prof. Dr. Max Grinberg
    Núcleo de Bioética do Instituto do Coração do HCFMUSP
    Autor do blog Bioamigo

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  • Dr. Roberto Kalil Filho

    Roberto Kalil Filho

    Graduado em Medicina pela Universidade de Santo Amaro (1985), doutorado em Cardiologia pela Universidade de São Paulo e pós-doutorado pela Johns Hopkins University. No InCor, desempenha as funções de diretor da divisão de Cardiologia Clínica, presidente da Comissão Científica, presidente da Comissão de Ensino, além de atuar como presidente do Conselho Diretor e membro da Comissão Complementar do Programa de Pós-Graduação. Também é diretor do Serviço de Cardiologia do Instituto do Câncer, diretor geral do Centro de Cardiologia do Hospital Sírio-Libanês e professor titular do Departamento de Cardiopneumologia da USP.

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    David Uip

    Graduado em Medicina pela Faculdade de Medicina da Fundação Universitária do ABC (1975), mestre em Doenças Infecciosas e Parasitárias pela Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (1989) e doutorando em Doenças Infecciosas e Parasitárias também pela USP (1993). Atualmente, é secretário de Estado da Saúde de São Paulo.

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    Paulo Hoff

    Graduado em Medicina pela Universidade de Brasília (1991), doutorado e Livre-docência em Oncologia pela Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo. Atualmente, é professor titular de Oncologia do Departamento de Radiologia e Oncologia da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo, diretor geral do Instituto do Câncer de São Paulo, presidente da Comissão Científica em Vigilância Sanitária (CCVISA) e membro do Conselho Diretor da American Society of Clinical Oncology.

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    Miguel Srougi

    Graduado em Medicina pela Universidade de São Paulo em 1970, com Doutorado e Livre-Docência em Urologia pela Universidade de São Paulo. Atualmente, é professor titular de Urologia na Faculdade de Medicina da USP. É autor ou coautor de 461 trabalhos científicos publicados em revistas nacionais e internacionais indexadas e de 180 capítulos em livros nacionais e internacionais.

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