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    21 de setembro: Dia Mundial do Doador de Medula Óssea. Veja como fazer parte desta lista:

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    Mais de quatro milhões de brasileiros já são doadores de medula óssea (tecido líquido-gelatinoso, localizado no interior dos ossos) – em que são produzidos os componentes do sangue, como hemácias ou glóbulos vermelhos, leucócitos ou glóbulos brancos e plaquetas.

    De acordo com o Ministério da Saúde, a chance de encontrar um doador compatível ainda é muito pequena: uma em cem mil no país. Por isso, quanto maior o número de doadores cadastrados, maiores as chances de pacientes conseguirem transplante com rapidez. O tratamento salva a vida de pessoas com doenças graves como tipos de leucemias, linfomas, mielomas múltiplos e algumas autoimunes.

    Hematologista do Hospital Albert Einstein, Nelson Hamerschlak diz que o número de doadores cadastrados atualmente é satisfatório, mas que há tipagens, como a de HLA (genes presentes em praticamente todas as células do organismo, responsáveis por coordenar as respostas do corpo a doenças etc) mais raras de serem encontradas.

    O especialista explica que tal exame é mais complexo que os de tipos sanguíneos, e super importante — através dele é possível identificar e mais chances de compatibilidade entre pessoas de uma mesma família e etnia. “É importante que cada banco de doadores identifique as etnias mais raras de serem encontradas. Estudiosos brasileiros já estão pesquisando quais grupos precisam ser mobilizados”, explica.

    E para se tornar um doador de medula óssea é mais simples do que se pensa. Primeiro, é preciso fazer um cadastro no hemocentro mais próximo, onde será coletada uma amostra de sangue (10ml) para a tipagem de HLA. Depois, os dados do doador são inseridos no cadastro do ‘Registro Nacional de Doadores Voluntários de Medula Óssea’, o REDOME.  Assim, sempre que surgir um novo paciente, a compatibilidade será verificada. Uma vez confirmada, o doador será consultado para decidir quanto à doação.

    O procedimento não é complicado. É preciso ter entre 18 e 55 anos de idade, estar em boas condições de saúde, não ter doença infecciosa ou incapacitante, e não apresentar doenças neoplásicas (câncer), hematológicas (do sangue) ou do sistema imunológico. Algumas complicações de saúde não são impeditivas para doação. Por isso, cada caso será analisado. O transplante de medula óssea é um procedimento seguro, realizado em ambiente cirúrgico, sob anestesia geral.

    E há novidades: técnicas recentes já permitem a realização do chamado ‘transplante aparentado’, ou seja, entre membros da mesma família, com compatibilidade de 50%. Trata-se de um processo mais rápido, e tem se mostrado muito eficaz em casos de extrema urgência — quando esperar a média de três meses para a realização de transplante com doador do REDOME se torna arriscado.

    Prof. Dr. Max Grinberg
    Núcleo de Bioética do Instituto do Coração do HCFMUSP
    Autor do blog Bioamigo

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    Dia Nacional do Cardiologista: conheça algumas curiosidades sobre o coração

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    Que o coração é responsável por bombear o sangue arterial para todo o organismo, não é novidade. Mas o que nem todo mundo sabe é que há diversas informações interessantes sobre um dos principais órgãos do corpo humano. “E é sempre válido lembrar que para ter um coração em funcionamento perfeito é importante adotar hábitos de vida saudáveis, com boa alimentação e prática de atividade física”, alerta o cardiologista Roberto Kalil.

    Hoje, 14 de agosto, comemora-se o dia Dia Nacional do Cardiologista — data em que foi fundada a Sociedade Brasileira de Cardiologia , há 76 anos.  Por isso, com a ajuda do especialista, Coração & Vida preparou uma lista com cinco curiosidades sobre o órgão.
    Confira:

    1- O tamanho do coração de um adulto é um pouco maior do que seu próprio punho
    Um coração adulto mede aproximadamente 12 cm de comprimento e 9 de largura


    2 – O coração é um órgão capaz de bater fora do corpo
    O músculo gera seus próprios impulsos elétricos. Se desligado do corpo humano,  pode chegar a até 2 minutos de batimentos fora do organismo.


    3 – O coração não é completamente redondo, nem está situado ao lado esquerdo do peito
    Ao contrário do senso-comum, o coração está situado na parte central do tórax, entre os pulmões.


    4- Cerca de 7.500 litros de sangue são bombeados pelo coração diariamente
    É o órgão responsável por irrigar e oxigenar todo o corpo humano.


    5 – Mais de 2 milhões de batimentos cardíacos
    É o total, aproximado, de batimentos que o coração pode chegar a realizar durante toda a vida de uma pessoa.*
    Por minuto, são cerca de 75 batidas.

    *levando em conta a expectativa de vida ao nascer do brasileiro em 2019, 73 anos para o homem e 80 anos para a mulher.

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    Prof. Dr. Max Grinberg
    Núcleo de Bioética do Instituto do Coração do HCFMUSP
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    Vitamina D: sua importância vai muito além da relação com a saúde dos ossos

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    Que a vitamina D é a principal substância responsável pela regulação de cálcio e fósforo no organismo, atuando sobretudo no fortalecimento ósseo e muscular, todo mundo sabe. Tanto é que, em crianças, a deficiência do hormônio (sim, é considerado um hormônio) causa raquitismo infantil. Mas não é só isso. Com a ajuda da nutricionista Thaís Cardeal, o site Coração & Vida selecionou os principais benefícios do nutriente para o organismo.

    Confira:

    – A substância tem papel importante na contração muscular, o que vale para todos os músculos do corpo, inclusive o coração

    – Cerca de 80% da obtenção de vitamina D é proveniente da exposição ao sol, e 20% de alimentos, como salmão e ovo

    – Trabalhos científicos indicaram que hormônios produzidos no cérebro, como serotonina e ocitocina, relacionados ao bem estar e comportamento, são ativados pela vitamina D

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    – Sabe-se que a vitamina D  está relacionada ao sistema imunológico. Alguns trabalhos identificaram que parte do sistema de defesa do organismo tem receptores para a vitamina D, atuando na melhora do organismo como todo

    – Estudos recentes têm relacionado a deficiência de vitamina D com várias doenças autoimunes, como lúpus, diabetes tipo 1 e esclerose múltipla

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    Ficou mais difícil emagrecer? Pode ser o efeito platô

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    Atingir o peso ideal é um verdadeiro desafio para muitos brasileiros. De acordo com o Ministério da Saúde, cerca de 53% da população está acima do peso. Se começar uma dieta é difícil, continuar nela pode ser ainda mais. Isso porquê é muito comum que depois de certo tempo o corpo pode se acomodar frente a algum estímulo, seja por conta da alimentação, ou, até mesmo, pela sequência de treinos. Com isso, a perda de peso pode estacionar ou ser mais lenta. Esse fenômeno é conhecido como efeito platô.

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    A endocrinologista do hospital Sírio-Libanês, Cláudia Cozer Kalil explica que, com o passar do tempo, o organismo pode interpretar a mudança na alimentação como uma escassez alimentar e, por proteção, diminuir o metabolismo. Isso quer dizer que o corpo aumenta a absorção de nutrientes na tentativa de evitar que o indivíduo perca muito peso. É como se fosse um mecanismo de defesa natural.

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    De acordo com a especialista, quanto maior o grau de atividade física aeróbica, menor é a chance de ocorrer o efeito platô. Mas a tendência é que a perda de peso fique mais difícil quando a pessoa está mais próxima do seu índice de massa corporal (IMC) ideal. O IMC é calculado dividindo o peso (em kg) pela altura ao quadrado (em metros) e o resultado deve ficar entre 18,5 e 25, de acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS).

    Para fugir do efeito platô, Claudia Cozer Kalil diz que o melhor é evitar dietas muito restritivas por períodos longos. Realizar atividades físicas com frequência, e adotar uma alimentação mais saudável de forma natural é o segredo para manter a boa forma.  “Assim, o organismo vai entender que esse é o novo ambiente calórico”, afirma.

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    Óleo de coco ajuda a queimar caloria?

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  • Óleo de coco ajuda a queimar caloria?

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    Por Sofia Pilagallo

    Que atire a primeira pedra quem nunca ouviu dizer que o óleo de coco é importante aliado na queima de gordura. O alimento virou febre, e rapidamente ganhou adeptos mundo afora quando o assunto é emagrecimento.

    Entre as principais razões está o fato de ser um alimento rico em um tipo diferente de gordura saturada, os chamados triglicérides ou ácidos graxos de cadeia média. “Este tipo de gordura é rapidamente absorvida pelo intestino e oxidada, ou seja, quebrada, gerando energia. Não ficam estocados no tecido adiposo, como gordura”, explica a nutricionista Paula Hertel.

    Extraído a frio, a partir da massa da fruta fresca, preferencialmente colhida de uma plantação certificada e orgânica, o óleo de coco é retirado até 48h após a colheita.  Seus principais benefícios para a saúde incluem melhora na imunidade,  auxílio na digestão, além de melhora na elasticidade da pele, e no combate ao envelhecimento precoce.

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    “O segredo está no tipo do alimento e como ele é rapidamente processado no organismo. Porém, não existem evidências de que, de fato, o óleo de coco ajude a emagrecer”, explica Paula. “Sabemos que o emagrecimento envolve um estilo de vida saudável, com hábitos alimentares adequados e pratica de atividade física”, complementa.

    Outro vantagem do óleo é proporcionar maior sensação de saciedade. Mas, atenção: incorporar o óleo à dieta sem mudar restante do cardápio, adequando-o à uma alimentação saudável, priorizando legumes e vegetais, não fará com que o ponteiro da balança caia.

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    Poluição atmosférica pode afetar fertilidade masculina

     

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    Meninos devem buscar médico andrologista desde a puberdade, e homens adultos devem fazer, ao menos, um espermograma por ano

    Além de causar problemas respiratórios, a poluição do ar também pode afetar a fertilidade masculina. É o que comprova uma série de pesquisas realizadas pelo Grupo de Estudos de Saúde Masculina, da Universidade de São Paulo. A última delas — concluída neste mês de maio e aguarda publicação — mostra que a contínua exposição a poluentes atmosféricos prejudica a produção de espermatozoides. Em 2017, outro estudo realizado em São Paulo, pela mesma equipe, já havia mostrado que a poluição do ar também diminui a capacidade de o microgameta se locomover em direção ao óvulo.

    Coordenador do grupo, o andrologista Jorge Hallak destaca que 85% dos casos de infertilidade podem ser revertidos. A recuperação é viável até certo grau, por isso, quanto antes o problema for descoberto, mais fácil será reverte-lo. “É muito importante incentivarmos que os meninos comecem a ver um andrologista desde a puberdade, e que os homens adultos façam ao menos um espermograma por ano”, explica o médico.

    De acordo com especialista, o tratamento dura de três a seis meses, e envolve o uso de medicamentos e mudança no estilo de vida — fatores como obesidade e uso de drogas também interferem na fertilidade masculina. Para se ter ideia, o esperma dos homens obesos é mais pobre em espermatozoides, o que pode ter impacto direto sobre sua fertilidade.

    Considera-se poluente qualquer substância, sob a forma de gás ou partículas, presente no ar que, por sua concentração, possa torná-lo impróprio ou nocivo à saúde, causando mal estar público, danos aos materiais, à fauna e à flora.

    Segundo o Ministério do Meio Ambiente, as maiores causas da introdução de substâncias poluentes à atmosfera são provenientes de processos industriais, geração de energia, de veículos automotores e de queimadas. É importante destacar também o cigarro, os metais e os pesticidas.

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  • Açúcar vicia e prejudica a formação do paladar dos bebês. Hábitos alimentares da família fará diferença na saúde da criança

    Crianças: açúcar não deve ser consumido até, pelo menos, 2 anos de idade

    The sugar lies on the black background

    Açúcar vicia e prejudica a formação do paladar dos bebês. Hábitos alimentares da família farão diferença na saúde da criança futuramente Foto: Freepik

    Consumir alimentos naturais, orgânicos, não processados e, tampouco, açucarados. Essa é a regra da prática alimentar considerada saudável, e que deveria ser levada ainda mais a sério quando se trata da alimentação de crianças. Desde 2017, o Ministério da Saúde adotou, durante o Encontro Pan-americano de Obesidade Infantil, a proibição formal da oferta de açúcar para crianças de até 2 anos — incluindo bolachas, doces diversos e, sobretudo, refrigerantes e sucos artificiais.

    Mas, infelizmente, a medida não surtiu efeito nos lares brasileiros. De acordo com dados da Pesquisa Nacional de Saúde (PNS), do Instituto Brasileiro de Geografia (IBGE), 32,3% de bebês abaixo dessa faixa etária já consomem açúcar — principalmente em bebidas adoçadas artificialmente. A preocupação se dá pelo fato de o paladar começar a ser formado nesta faixa etária. “Isso faz com que a criança ‘acostume’ as papilas gustativas da boca ao paladar doce. O resultado é o número absoluto de células gordurosas no corpo”, explica a endocrinologista e coordenadora do núcleo de obesidade e transtornos alimentares do Hospital Sírio-Libanês, Denise Iezzi.

    Sabe-se que a criança nasce com certa predisposição para gostar de um ou outro tipo de alimento, mas a educação e os hábitos alimentares da família farão toda a diferença no futuro. “Daí o incentivo ao combate a obesidade infantil, com grande ênfase aos hábitos instituídos pelos adultos perante esta criança, antes dos 2 anos de idade”, complementa.

    Por isso, a oferta e a ingestão de variedade de alimentos naturais, como legumes, frutas, verduras e proteína torna-se essencial. “As medidas comportamentais da família com a criança até os dois anos de idade serão a base de uma vida pré escolar saudável”, enfatiza, Denise. Estudos apontam que a obesidade na adolescência, em 89% dos casos, é resultado de sobrepeso na infância.

    A médica destaca, ainda, a importância de que, tão cedo a criança inicie a vida social, não seja incentivada ao sedentarismo. É importante que não passe mais do que duas horas diárias na frente da tevê, computador, games ou tablets.

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    Doenças de pele e alergias agravadas no inverno

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    Vermelhidão, erupção cutânea, descamação e coceira estão entre as principais reações, que podem ser agravadas no inverno Foto: Shutterstock

    Estamos a menos de um mês do início da estação mais fria do ano e a temperatura gelada já começa a se manifestar. Para os amantes do inverno, é tempo de comemorar. Mas há, também, quem sofra muito com alergias e ressecamento da pele. “A menor exposição ao sol leva à menor síntese de vitamina D, rica em propriedades anti-inflamatórias e regenerativas, que protegem a pele de agressões externas”, explica a alergista e imunologista clínica do Hospital Sírio-Libanês, Fanny Lima.

    Também é nos dias de inverno que a frequência de banhos mais quentes aumenta. A prática faz com haja perda da hidratação natural da pele e, com isso, aumente o estímulo para o surgimento das chamadas dermatites: distúrbios inflamatórios causados por reações do sistema imunológico que envolvem a pele — muitas vezes agravados pelo tempo frio.

    As dermatites podem ser de contato — reação inflamatória na pele decorrente da exposição a um agente capaz de causar irritação ou alergia –, ou atópica, definida como uma doença crônica da pele, que apresenta erupções e/ou crostas. Ambos os tipos podem apresentar reações ainda mais intensas com o ressecamento da pele no inverno.

    Entre os principais sintomas comuns a todas as inflamações da pele estão coceira, vermelhidão, erupção cutânea e descamação; podendo atingir adultos e crianças. Mas, atenção: não é preciso pânico! As inflamações, na grande maioria dos casos, não são consideradas graves e, tampouco são contagiosas. De acordo com a especialista, é possível viver bem e controlar a condição específica. Mas, claro, há algumas precauções.

    Fanny explica que o primeiro, mais básico e eficiente cuidado é ingerir dois litros de água por dia, a fim de manter a pele sempre hidratada. “Além disso, é importante evitar o uso de buchas e sabonetes abrasivos, especialmente os antissépticos, pois favorecem a retirada do óleo natural da pele, deixando-a desprotegida”, enfatiza.

    Em casos de dermatites graves, cujas reações são mais intensas, ou daquelas consideradas autoimunes, ou seja, provocadas pelo próprio sistema imunológico, a exemplo de psoríase, a orientação médica não é mais opcional. A partir daí, torna-se fundamental.

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    Doação de sangue: veja quais são os tipos sanguíneos e entenda quem doa para quem

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    Que existem diferentes tipos de sangue, e que cada um possui determinado grupo de compatibilidade, todo mundo sabe. Mas você é capaz de lembrar de todos eles e entender quem doa para quem? Saber esta relação entre doadores e receptores é importante, sobretudo, na hora da doação.

    Confira a tabela abaixo:

    Imagem: Ministério da Saúde

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    Doação de sangue: saiba quais são as regras para se tornar doador

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    Simples, rápido, indolor e gratificante. Assim é o ato solidário de doação de sangue. Ainda que os hemocentros de todo o país estejam sempre em busca de doadores, a adesão é baixa.

    Conheça as regras para doar sangue e ajudar quem precisa:

    Quem pode doar sangue:
    – Pessoas de 16 a 69 anos podem doar sangue (desde que a primeira doação tenha sido feita até os 60 anos)
    – Menores de 18 anos precisam da autorização dos responsáveis;
    – Entre 60 e 69 anos, a pessoa só poderá doar se já o tiver feito antes dos 60 anos;
    – É preciso pesar, no mínimo, 50 kg;
    – O candidato deve estar descansado, não ter ingerido bebidas alcoólicas nas 12 horas anteriores à doação e não estar em jejum.

    O que levar:
    No dia, é imprescindível levar documento de identidade com foto. Pode ser: carteira de Identidade, cartão de Identidade de Profissional Liberal, carteira de trabalho, previdência social ou carteira de habilitação.

    Quem NÃO pode doar:
    – Quem teve hepatite após os 11 anos de idade;
    – Evidência clínica ou laboratorial das seguintes doenças transmissíveis pelo sangue: hepatites B e C, Aids (vírus HIV), doenças associadas aos vírus HTLV I e II e doença de Chagas;
    – Uso de drogas ilícitas injetáveis;
    – Ter tido malária.

    Impedimentos temporários:
    – Pessoas com resfriado devem aguardar 7 dias após o desaparecimento dos sintomas;
    – Gravidez;
    – Pós-parto, respeitando o período de 90 dias após parto normal e 180 dias após cesariana;
    – Mulheres que estão amamentando crianças menores de um ano;
    – Ter consumido bebida alcoólica nas 12 horas que antecedem à doação;
    – Ter realizado tatuagem nos últimos 12 meses;
    – Pessoas expostas a situações nas quais há maior risco de adquirir doenças sexualmente transmissíveis devem aguardar 12 meses.

    Frequência:
    A frequência máxima é de quatro doações anuais para o homem e de três doações anuais para a mulher. O intervalo mínimo deve ser de dois meses para os homens e de três meses para as mulheres.

    FONTES: Instituto Nacional do Câncer (INCA) e Ministério da Saúde

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