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    Poluição atmosférica pode afetar fertilidade masculina

     

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    Meninos devem buscar médico andrologista desde a puberdade, e homens adultos devem fazer, ao menos, um espermograma por ano

    Além de causar problemas respiratórios, a poluição do ar também pode afetar a fertilidade masculina. É o que comprova uma série de pesquisas realizadas pelo Grupo de Estudos de Saúde Masculina, da Universidade de São Paulo. A última delas — concluída neste mês de maio e aguarda publicação — mostra que a contínua exposição a poluentes atmosféricos prejudica a produção de espermatozoides. Em 2017, outro estudo realizado em São Paulo, pela mesma equipe, já havia mostrado que a poluição do ar também diminui a capacidade de o microgameta se locomover em direção ao óvulo.

    Coordenador do grupo, o andrologista Jorge Hallak destaca que 85% dos casos de infertilidade podem ser revertidos. A recuperação é viável até certo grau, por isso, quanto antes o problema for descoberto, mais fácil será reverte-lo. “É muito importante incentivarmos que os meninos comecem a ver um andrologista desde a puberdade, e que os homens adultos façam ao menos um espermograma por ano”, explica o médico.

    De acordo com especialista, o tratamento dura de três a seis meses, e envolve o uso de medicamentos e mudança no estilo de vida — fatores como obesidade e uso de drogas também interferem na fertilidade masculina. Para se ter ideia, o esperma dos homens obesos é mais pobre em espermatozoides, o que pode ter impacto direto sobre sua fertilidade.

    Considera-se poluente qualquer substância, sob a forma de gás ou partículas, presente no ar que, por sua concentração, possa torná-lo impróprio ou nocivo à saúde, causando mal estar público, danos aos materiais, à fauna e à flora.

    Segundo o Ministério do Meio Ambiente, as maiores causas da introdução de substâncias poluentes à atmosfera são provenientes de processos industriais, geração de energia, de veículos automotores e de queimadas. É importante destacar também o cigarro, os metais e os pesticidas.

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    Prof. Dr. Max Grinberg
    Núcleo de Bioética do Instituto do Coração do HCFMUSP
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  • Açúcar vicia e prejudica a formação do paladar dos bebês. Hábitos alimentares da família fará diferença na saúde da criança

    Crianças: açúcar não deve ser consumido até, pelo menos, 2 anos de idade

    The sugar lies on the black background

    Açúcar vicia e prejudica a formação do paladar dos bebês. Hábitos alimentares da família farão diferença na saúde da criança futuramente Foto: Freepik

    Consumir alimentos naturais, orgânicos, não processados e, tampouco, açucarados. Essa é a regra da prática alimentar considerada saudável, e que deveria ser levada ainda mais a sério quando se trata da alimentação de crianças. Desde 2017, o Ministério da Saúde adotou, durante o Encontro Pan-americano de Obesidade Infantil, a proibição formal da oferta de açúcar para crianças de até 2 anos — incluindo bolachas, doces diversos e, sobretudo, refrigerantes e sucos artificiais.

    Mas, infelizmente, a medida não surtiu efeito nos lares brasileiros. De acordo com dados da Pesquisa Nacional de Saúde (PNS), do Instituto Brasileiro de Geografia (IBGE), 32,3% de bebês abaixo dessa faixa etária já consomem açúcar — principalmente em bebidas adoçadas artificialmente. A preocupação se dá pelo fato de o paladar começar a ser formado nesta faixa etária. “Isso faz com que a criança ‘acostume’ as papilas gustativas da boca ao paladar doce. O resultado é o número absoluto de células gordurosas no corpo”, explica a endocrinologista e coordenadora do núcleo de obesidade e transtornos alimentares do Hospital Sírio-Libanês, Denise Iezzi.

    Sabe-se que a criança nasce com certa predisposição para gostar de um ou outro tipo de alimento, mas a educação e os hábitos alimentares da família farão toda a diferença no futuro. “Daí o incentivo ao combate a obesidade infantil, com grande ênfase aos hábitos instituídos pelos adultos perante esta criança, antes dos 2 anos de idade”, complementa.

    Por isso, a oferta e a ingestão de variedade de alimentos naturais, como legumes, frutas, verduras e proteína torna-se essencial. “As medidas comportamentais da família com a criança até os dois anos de idade serão a base de uma vida pré escolar saudável”, enfatiza, Denise. Estudos apontam que a obesidade na adolescência, em 89% dos casos, é resultado de sobrepeso na infância.

    A médica destaca, ainda, a importância de que, tão cedo a criança inicie a vida social, não seja incentivada ao sedentarismo. É importante que não passe mais do que duas horas diárias na frente da tevê, computador, games ou tablets.

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    Doenças de pele e alergias agravadas no inverno

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    Vermelhidão, erupção cutânea, descamação e coceira estão entre as principais reações, que podem ser agravadas no inverno Foto: Shutterstock

    Estamos a menos de um mês do início da estação mais fria do ano e a temperatura gelada já começa a se manifestar. Para os amantes do inverno, é tempo de comemorar. Mas há, também, quem sofra muito com alergias e ressecamento da pele. “A menor exposição ao sol leva à menor síntese de vitamina D, rica em propriedades anti-inflamatórias e regenerativas, que protegem a pele de agressões externas”, explica a alergista e imunologista clínica do Hospital Sírio-Libanês, Fanny Lima.

    Também é nos dias de inverno que a frequência de banhos mais quentes aumenta. A prática faz com haja perda da hidratação natural da pele e, com isso, aumente o estímulo para o surgimento das chamadas dermatites: distúrbios inflamatórios causados por reações do sistema imunológico que envolvem a pele — muitas vezes agravados pelo tempo frio.

    As dermatites podem ser de contato — reação inflamatória na pele decorrente da exposição a um agente capaz de causar irritação ou alergia –, ou atópica, definida como uma doença crônica da pele, que apresenta erupções e/ou crostas. Ambos os tipos podem apresentar reações ainda mais intensas com o ressecamento da pele no inverno.

    Entre os principais sintomas comuns a todas as inflamações da pele estão coceira, vermelhidão, erupção cutânea e descamação; podendo atingir adultos e crianças. Mas, atenção: não é preciso pânico! As inflamações, na grande maioria dos casos, não são consideradas graves e, tampouco são contagiosas. De acordo com a especialista, é possível viver bem e controlar a condição específica. Mas, claro, há algumas precauções.

    Fanny explica que o primeiro, mais básico e eficiente cuidado é ingerir dois litros de água por dia, a fim de manter a pele sempre hidratada. “Além disso, é importante evitar o uso de buchas e sabonetes abrasivos, especialmente os antissépticos, pois favorecem a retirada do óleo natural da pele, deixando-a desprotegida”, enfatiza.

    Em casos de dermatites graves, cujas reações são mais intensas, ou daquelas consideradas autoimunes, ou seja, provocadas pelo próprio sistema imunológico, a exemplo de psoríase, a orientação médica não é mais opcional. A partir daí, torna-se fundamental.

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    Doação de sangue: veja quais são os tipos sanguíneos e entenda quem doa para quem

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    Foto: Shutterstock

    Que existem diferentes tipos de sangue, e que cada um possui determinado grupo de compatibilidade, todo mundo sabe. Mas você é capaz de lembrar de todos eles e entender quem doa para quem? Saber esta relação entre doadores e receptores é importante, sobretudo, na hora da doação.

    Confira a tabela abaixo:

    Imagem: Ministério da Saúde

    Imagem: Ministério da Saúde

     

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    Doação de sangue: saiba quais são as regras para se tornar doador

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    Simples, rápido, indolor e gratificante. Assim é o ato solidário de doação de sangue. Ainda que os hemocentros de todo o país estejam sempre em busca de doadores, a adesão é baixa.

    Conheça as regras para doar sangue e ajudar quem precisa:

    Quem pode doar sangue:
    – Pessoas de 16 a 69 anos podem doar sangue (desde que a primeira doação tenha sido feita até os 60 anos)
    – Menores de 18 anos precisam da autorização dos responsáveis;
    – Entre 60 e 69 anos, a pessoa só poderá doar se já o tiver feito antes dos 60 anos;
    – É preciso pesar, no mínimo, 50 kg;
    – O candidato deve estar descansado, não ter ingerido bebidas alcoólicas nas 12 horas anteriores à doação e não estar em jejum.

    O que levar:
    No dia, é imprescindível levar documento de identidade com foto. Pode ser: carteira de Identidade, cartão de Identidade de Profissional Liberal, carteira de trabalho, previdência social ou carteira de habilitação.

    Quem NÃO pode doar:
    – Quem teve hepatite após os 11 anos de idade;
    – Evidência clínica ou laboratorial das seguintes doenças transmissíveis pelo sangue: hepatites B e C, Aids (vírus HIV), doenças associadas aos vírus HTLV I e II e doença de Chagas;
    – Uso de drogas ilícitas injetáveis;
    – Ter tido malária.

    Impedimentos temporários:
    – Pessoas com resfriado devem aguardar 7 dias após o desaparecimento dos sintomas;
    – Gravidez;
    – Pós-parto, respeitando o período de 90 dias após parto normal e 180 dias após cesariana;
    – Mulheres que estão amamentando crianças menores de um ano;
    – Ter consumido bebida alcoólica nas 12 horas que antecedem à doação;
    – Ter realizado tatuagem nos últimos 12 meses;
    – Pessoas expostas a situações nas quais há maior risco de adquirir doenças sexualmente transmissíveis devem aguardar 12 meses.

    Frequência:
    A frequência máxima é de quatro doações anuais para o homem e de três doações anuais para a mulher. O intervalo mínimo deve ser de dois meses para os homens e de três meses para as mulheres.

    FONTES: Instituto Nacional do Câncer (INCA) e Ministério da Saúde

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  • A necessidade de doadores aumenta em períodos como férias, datas comemorativas e outros feriados prolongadosPhoto by LuAnn Hunt on Unsplash

    Doação de sangue: até quatro vidas salvas em apenas 10 minutos

     

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    A necessidade de doadores aumenta nos finais de semana, períodos de férias, datas comemorativas e feriados prolongados.  Photo by LuAnn Hunt on Unsplash

    Você sabia que uma única bolsa de 450 ml de sangue, coletada em cerca de 10 minutos, pode ajudar a salvar até quatro vidas? Mas, de acordo com o Ministério da Saúde, apenas 1,6% da população brasileira é doadora, ou seja, 16 a cada mil habitantes. Logo, é muito comum que os estoques de sangue do país atinjam níveis baixos – a meta da Organização Mundial de Saúde (OMS) é de que este número seja de, no mínimo, 3%.

    Hematologista e presidente da Sociedade Brasileira de Transplante de Medula Óssea, Nelson Hamerschlak destaca que os tipos sanguíneos B e AB, costumam ser os menos frequentes nos bancos de sangue, por serem mais raros. Doações de sangue O- (o negativo) ainda é a maior demanda dos bancos nacionais, uma vez que são considerados universais, ou seja, podem doar para todos os pacientes com outros tipos sanguíneos.

    “A medicina está em constante evolução, com procedimentos cada vez mais complexos, como transplantes de órgãos e de medula óssea, que muitas vezes precisam de transfusão. Por isso, a doação é muito importante,”, afirma Hamerschlak. A necessidade de doadores aumenta nos finais de semana, períodos de férias, datas comemorativas e feriados prolongados – quando os estoques de sangue tendem a cair.

    Rápido e indolor
    Todo o processo (entre apresentação de documento, cadastro e espera para coleta) dura cerca de uma hora. A coleta, em si, é rápida: 10 minutos e pronto. Mas é preciso estar atento às regras. No Brasil, voluntários devem apresentar documento com foto, pesar, no mínimo, 50 quilos, estar em bom estado de saúde, e ter entre 16 a 69 anos (veja mais detalhes). Para os menores de 18 anos, no entanto, é necessário autorização dos responsáveis.

    O doador também deve estar descansado, não ter ingerido bebidas alcoólicas nas 12 horas anteriores à doação, e tampouco estar em jejum. Pessoas que tiverem feito tatuagem devem esperar um ano para doar sangue.

    De acordo com o Ministério da Saúde, até o fim de 2019,  R$ 1,4 bilhão será destinado à estruturação da rede nacional de bancos de sangue, modernização das unidades de coleta, qualificação dos profissionais, além de fornecimento de medicamentos de alto custo a pacientes portadores de doenças hematológicas.

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  • Alternativa para quem tem histórico de colesterol alto, intolerância à lactose ou alergia à proteína do leite. Foto: Shutterstock

    Requeijão de inhame é saboroso e mais saudável. Aprenda a fazer

    Alternativa para quem tem histórico de colesterol alto, intolerância à lactose ou alergia à proteína do leite. Foto: Shutterstock

    Alternativa para quem tem histórico de colesterol alto, intolerância à lactose e alergia à proteína do leite. Foto: Shutterstock

    Queridinho na mesa do café-da-manhã dos brasileiros, o requeijão pode ser muito mais saudável quando feito em casa. Mandioca, inhame ou castanha de caju são alguns dos ingredientes naturais que garantem ao alimento um sabor delicioso, além de torná-lo mais saudável  — em substituição ao queijo, que pode conter gordura em proporção não saudável, e às opções de mercado, que levam diversos ingredientes.

    Paula Hertel, nutricionista do Hospital Sírio Libanês, explica que o requeijão de inhame vem ganhando atenção e não apenas de vegetarianos e veganos. “A vantagem de usar um produto de origem vegetal é que ele não contém gordura saturada, o que evita o colesterol. É uma ótima alternativa, principalmente para quem tem histórico de colesterol alto, intolerância à lactose ou alergia à proteína do leite”, explica

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    Ela destaca ainda que o inhame é um alimento bastante nutritivo, além de ser um carboidrato do bem: ele ajuda na modulação hormonal das mulheres.

    Fazer seu próprio requeijão de inhame é rápido e fácil. Veja a receita:

    Ingredientes
    – 03 inhames médios, cozidos e descascados
    – 01 colher (sopa) de azeite
    – 01 colher (sopa) de polvilho azedo
    – 1/3 de água
    – 1/2 colher (sopa) de suco de limão OU vinagre
    Sal a gosto

    Modo de preparo
    Coloque todos os ingredientes no liquidificador ou no processador até que se forme uma pasta. Armazene em um recipiente de vidro fechado e consuma em até 5 dias.

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  • Karolina Jasko, ex-miss Illinois e a lesão em seu polegar direito (Foto: Reprodução Facebook)

    Câncer de unha?

    Karolina Jasko, ex-miss Illinois e a lesão em seu polegar direito (Foto: Reprodução Facebook)

    Karolina Jasko, ex-miss Illinois, e a lesão em seu polegar direito (Foto: Reprodução Facebook)

     

    Aparentemente inofensivo, uma espécie de hematoma localizado embaixo da unha da modelo americana e ex-miss Illinois, Karolina Jasko, 21 anos, jogou luz à uma doença rara, porém bastante preocupante: o melanoma acral. Também conhecido como câncer de pele nas extremidades, a condição acomete unhas, mãos e pés, e é considerado o mais raro subtipo do câncer de pele – o que corresponde a menos de 5% de todos os melanomas.

    A modelo procurou um médico quando percebeu uma infecção embaixo da unha de seu polegar direito. Na ocasião, Karolina identificou uma linha vertical de cor escura na extremidade de seu polegar direito, e logo descobriu que se tratava de um câncer de pele agressivo. Após passar por cirurgia, os médicos conseguiram retirar o tumor antes que ele se espalhasse, além de salvar o dedo de Jasko.

    Pacientes detectam melanoma mais cedo

    Como Karolina era adepta à utilização de unhas postiças de gel (cuja fixação se dá por secagem em máquinas que emitem raios ultravioleta), alguns especialistas chegaram a relacionar o fato à exposição excessiva da pele aos raios UV, durante o procedimento de beleza. Mas, de acordo com Cristina Abdalla, dermatologista do Hospital Sírio Libanês, não há evidências científicas sobre tal fato. “Sabemos que radiação ultravioleta pode contribuir para a formação de câncer de pele, mas não sabemos a potência e tampouco a frequência com que ela era exposta aos raios durante a secagem da unha em gel”, explica Cristina. “Logo, dizer que foi exatamente isso que causou o melanoma seria leviano”, complementa.

    Cristina explica, ainda, que é importante estar atento às extremidades do corpo e, qualquer sinal de manchas escuras, deve-se procurar um médico. “Nesta semana, atendi uma paciente jovem que chegou ao meu consultório com uma manchinha na unha. Ela buscou ajuda após ler a história da modelo”, conta. “O caso dela não era um câncer, mas foi importante esta procura”, reforça. 

    Depois, Karolina soube que a infecção não tinha relação com o melanoma, mas a motivação pela busca de um profissional pode ter salvado sua vida. A modelo já tinha histórico de melanoma acral na família. Sua mãe lutou contra esse tipo de tumor maligno duas vezes e se recuperou, o que, acredita-se, possa ter contribuído para o desenvolvimento da doença.

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  • Dr. Roberto Kalil Filho

    Roberto Kalil Filho

    Graduado em Medicina pela Universidade de Santo Amaro (1985), doutorado em Cardiologia pela Universidade de São Paulo e pós-doutorado pela Johns Hopkins University. No InCor, desempenha as funções de diretor da divisão de Cardiologia Clínica, presidente da Comissão Científica, presidente da Comissão de Ensino, além de atuar como presidente do Conselho Diretor e membro da Comissão Complementar do Programa de Pós-Graduação. Também é diretor do Serviço de Cardiologia do Instituto do Câncer, diretor geral do Centro de Cardiologia do Hospital Sírio-Libanês e professor titular do Departamento de Cardiopneumologia da USP.

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