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    Doação de sangue: veja quais são os tipos sanguíneos e entenda quem doa para quem

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    Que existem diferentes tipos de sangue, e que cada um possui determinado grupo de compatibilidade, todo mundo sabe. Mas você é capaz de lembrar de todos eles e entender quem doa para quem? Saber esta relação entre doadores e receptores é importante, sobretudo, na hora da doação.

    Confira a tabela abaixo:

    Imagem: Ministério da Saúde

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    Doação de sangue: saiba quais são as regras para se tornar doador

    Doação de sangue: até três vidas salvas em apenas 10 minutos

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    Doação de sangue: saiba quais são as regras para se tornar doador

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    Simples, rápido, indolor e gratificante. Assim é o ato solidário de doação de sangue. Ainda que os hemocentros de todo o país estejam sempre em busca de doadores, a adesão é baixa.

    Conheça as regras para doar sangue e ajudar quem precisa:

    Quem pode doar sangue:
    – Pessoas de 16 a 69 anos podem doar sangue (desde que a primeira doação tenha sido feita até os 60 anos)
    – Menores de 18 anos precisam da autorização dos responsáveis;
    – Entre 60 e 69 anos, a pessoa só poderá doar se já o tiver feito antes dos 60 anos;
    – É preciso pesar, no mínimo, 50 kg;
    – O candidato deve estar descansado, não ter ingerido bebidas alcoólicas nas 12 horas anteriores à doação e não estar em jejum.

    O que levar:
    No dia, é imprescindível levar documento de identidade com foto. Pode ser: carteira de Identidade, cartão de Identidade de Profissional Liberal, carteira de trabalho, previdência social ou carteira de habilitação.

    Quem NÃO pode doar:
    – Quem teve hepatite após os 11 anos de idade;
    – Evidência clínica ou laboratorial das seguintes doenças transmissíveis pelo sangue: hepatites B e C, Aids (vírus HIV), doenças associadas aos vírus HTLV I e II e doença de Chagas;
    – Uso de drogas ilícitas injetáveis;
    – Ter tido malária.

    Impedimentos temporários:
    – Pessoas com resfriado devem aguardar 7 dias após o desaparecimento dos sintomas;
    – Gravidez;
    – Pós-parto, respeitando o período de 90 dias após parto normal e 180 dias após cesariana;
    – Mulheres que estão amamentando crianças menores de um ano;
    – Ter consumido bebida alcoólica nas 12 horas que antecedem à doação;
    – Ter realizado tatuagem nos últimos 12 meses;
    – Pessoas expostas a situações nas quais há maior risco de adquirir doenças sexualmente transmissíveis devem aguardar 12 meses.

    Frequência:
    A frequência máxima é de quatro doações anuais para o homem e de três doações anuais para a mulher. O intervalo mínimo deve ser de dois meses para os homens e de três meses para as mulheres.

    FONTES: Instituto Nacional do Câncer (INCA) e Ministério da Saúde

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    Prof. Dr. Max Grinberg
    Núcleo de Bioética do Instituto do Coração do HCFMUSP
    Autor do blog Bioamigo

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  • A necessidade de doadores aumenta em períodos como férias, datas comemorativas e outros feriados prolongadosPhoto by LuAnn Hunt on Unsplash

    Doação de sangue: até três vidas salvas em apenas 10 minutos

     

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    A necessidade de doadores aumenta nos finais de semana, períodos de férias, datas comemorativas e feriados prolongados.  Photo by LuAnn Hunt on Unsplash

    Você sabia que uma única bolsa de 450 ml de sangue, coletada em cerca de 10 minutos, pode ajudar a salvar até três vidas? Mas, de acordo com o Ministério da Saúde, apenas 1,6% da população brasileira é doadora, ou seja, 16 a cada mil habitantes. Logo, é muito comum que os estoques de sangue do país atinjam níveis baixos – a meta da Organização Mundial de Saúde (OMS) é de que este número seja de, no mínimo, 3%.

    Hematologista e presidente da Sociedade Brasileira de Transplante de Medula Óssea, Nelson Hamerschlak destaca que os tipos sanguíneos B e AB, costumam ser os menos frequentes nos bancos de sangue, por serem mais raros. Doações de sangue O- (o negativo) ainda é a maior demanda dos bancos nacionais, uma vez que são considerados universais, ou seja, podem doar para todos os pacientes com outros tipos sanguíneos.

    “A medicina está em constante evolução, com procedimentos cada vez mais complexos, como transplantes de órgãos e de medula óssea, que muitas vezes precisam de transfusão. Por isso, a doação é muito importante,”, afirma Hamerschlak. A necessidade de doadores aumenta nos finais de semana, períodos de férias, datas comemorativas e feriados prolongados – quando os estoques de sangue tendem a cair.

    Rápido e indolor
    Todo o processo (entre apresentação de documento, cadastro e espera para coleta) dura cerca de uma hora. A coleta, em si, é rápida: 10 minutos e pronto. Mas é preciso estar atento às regras. No Brasil, voluntários devem apresentar documento com foto, pesar, no mínimo, 50 quilos, estar em bom estado de saúde, e ter entre 16 a 69 anos (veja mais detalhes). Para os menores de 18 anos, no entanto, é necessário autorização dos responsáveis.

    O doador também deve estar descansado, não ter ingerido bebidas alcoólicas nas 12 horas anteriores à doação, e tampouco estar em jejum. Pessoas que tiverem feito tatuagem devem esperar um ano para doar sangue.

    De acordo com o Ministério da Saúde, até o fim de 2019,  R$ 1,4 bilhão será destinado à estruturação da rede nacional de bancos de sangue, modernização das unidades de coleta, qualificação dos profissionais, além de fornecimento de medicamentos de alto custo a pacientes portadores de doenças hematológicas.

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  • Alternativa para quem tem histórico de colesterol alto, intolerância à lactose ou alergia à proteína do leite. Foto: Shutterstock

    Requeijão de inhame é saboroso e mais saudável. Aprenda a fazer

    Alternativa para quem tem histórico de colesterol alto, intolerância à lactose ou alergia à proteína do leite. Foto: Shutterstock

    Alternativa para quem tem histórico de colesterol alto, intolerância à lactose e alergia à proteína do leite. Foto: Shutterstock

    Queridinho na mesa do café-da-manhã dos brasileiros, o requeijão pode ser muito mais saudável quando feito em casa. Mandioca, inhame ou castanha de caju são alguns dos ingredientes naturais que garantem ao alimento um sabor delicioso, além de torná-lo mais saudável  — em substituição ao queijo, que pode conter gordura em proporção não saudável, e às opções de mercado, que levam diversos ingredientes.

    Paula Hertel, nutricionista do Hospital Sírio Libanês, explica que o requeijão de inhame vem ganhando atenção e não apenas de vegetarianos e veganos. “A vantagem de usar um produto de origem vegetal é que ele não contém gordura saturada, o que evita o colesterol. É uma ótima alternativa, principalmente para quem tem histórico de colesterol alto, intolerância à lactose ou alergia à proteína do leite”, explica

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    Ela destaca ainda que o inhame é um alimento bastante nutritivo, além de ser um carboidrato do bem: ele ajuda na modulação hormonal das mulheres.

    Fazer seu próprio requeijão de inhame é rápido e fácil. Veja a receita:

    Ingredientes
    – 03 inhames médios, cozidos e descascados
    – 01 colher (sopa) de azeite
    – 01 colher (sopa) de polvilho azedo
    – 1/3 de água
    – 1/2 colher (sopa) de suco de limão OU vinagre
    Sal a gosto

    Modo de preparo
    Coloque todos os ingredientes no liquidificador ou no processador até que se forme uma pasta. Armazene em um recipiente de vidro fechado e consuma em até 5 dias.

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  • Antes de levar a sério a ideia popular, é importante sempre checar a informação com um profissional de saúde FOTO: Reprodução internet

    Limão com alho desentope as artérias do coração? Descubra:

    Você já deve ter lido por aí que limão com alho limpa as artérias do coração. Mas será que é verdade? Antes de levar a sério a ideia popular, é importante sempre checar a informação com um profissional de saúde. Dr. Kalil esclarece essa história no Minuto do Coração, seu novo programa na Jovem Pan. Assista:

     

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    Álcool e coração

    Beber uma taça de vinho faz bem e todo mundo gosta. Mas quando o consumo de álcool passa a ser prejudicial à saúde? Saiba quais são os principais riscos no Minuto do Coração, novo programa do Dr Kalil, na Jovem Pan

     

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  • Karolina Jasko, ex-miss Illinois e a lesão em seu polegar direito (Foto: Reprodução Facebook)

    Câncer de unha?

    Karolina Jasko, ex-miss Illinois e a lesão em seu polegar direito (Foto: Reprodução Facebook)

    Karolina Jasko, ex-miss Illinois, e a lesão em seu polegar direito (Foto: Reprodução Facebook)

     

    Aparentemente inofensivo, uma espécie de hematoma localizado embaixo da unha da modelo americana e ex-miss Illinois, Karolina Jasko, 21 anos, jogou luz à uma doença rara, porém bastante preocupante: o melanoma acral. Também conhecido como câncer de pele nas extremidades, a condição acomete unhas, mãos e pés, e é considerado o mais raro subtipo do câncer de pele – o que corresponde a menos de 5% de todos os melanomas.

    A modelo procurou um médico quando percebeu uma infecção embaixo da unha de seu polegar direito. Na ocasião, Karolina identificou uma linha vertical de cor escura na extremidade de seu polegar direito, e logo descobriu que se tratava de um câncer de pele agressivo. Após passar por cirurgia, os médicos conseguiram retirar o tumor antes que ele se espalhasse, além de salvar o dedo de Jasko.

    Pacientes detectam melanoma mais cedo

    Como Karolina era adepta à utilização de unhas postiças de gel (cuja fixação se dá por secagem em máquinas que emitem raios ultravioleta), alguns especialistas chegaram a relacionar o fato à exposição excessiva da pele aos raios UV, durante o procedimento de beleza. Mas, de acordo com Cristina Abdalla, dermatologista do Hospital Sírio Libanês, não há evidências científicas sobre tal fato. “Sabemos que radiação ultravioleta pode contribuir para a formação de câncer de pele, mas não sabemos a potência e tampouco a frequência com que ela era exposta aos raios durante a secagem da unha em gel”, explica Cristina. “Logo, dizer que foi exatamente isso que causou o melanoma seria leviano”, complementa.

    Cristina explica, ainda, que é importante estar atento às extremidades do corpo e, qualquer sinal de manchas escuras, deve-se procurar um médico. “Nesta semana, atendi uma paciente jovem que chegou ao meu consultório com uma manchinha na unha. Ela buscou ajuda após ler a história da modelo”, conta. “O caso dela não era um câncer, mas foi importante esta procura”, reforça. 

    Depois, Karolina soube que a infecção não tinha relação com o melanoma, mas a motivação pela busca de um profissional pode ter salvado sua vida. A modelo já tinha histórico de melanoma acral na família. Sua mãe lutou contra esse tipo de tumor maligno duas vezes e se recuperou, o que, acredita-se, possa ter contribuído para o desenvolvimento da doença.

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  • Dr. Roberto Kalil Filho

    Roberto Kalil Filho

    Graduado em Medicina pela Universidade de Santo Amaro (1985), doutorado em Cardiologia pela Universidade de São Paulo e pós-doutorado pela Johns Hopkins University. No InCor, desempenha as funções de diretor da divisão de Cardiologia Clínica, presidente da Comissão Científica, presidente da Comissão de Ensino, além de atuar como presidente do Conselho Diretor e membro da Comissão Complementar do Programa de Pós-Graduação. Também é diretor do Serviço de Cardiologia do Instituto do Câncer, diretor geral do Centro de Cardiologia do Hospital Sírio-Libanês e professor titular do Departamento de Cardiopneumologia da USP.

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    David Uip

    Graduado em Medicina pela Faculdade de Medicina da Fundação Universitária do ABC (1975), mestre em Doenças Infecciosas e Parasitárias pela Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (1989) e doutorando em Doenças Infecciosas e Parasitárias também pela USP (1993). Atualmente, é secretário de Estado da Saúde de São Paulo.

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    Paulo Hoff

    Graduado em Medicina pela Universidade de Brasília (1991), doutorado e Livre-docência em Oncologia pela Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo. Atualmente, é professor titular de Oncologia do Departamento de Radiologia e Oncologia da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo, diretor geral do Instituto do Câncer de São Paulo, presidente da Comissão Científica em Vigilância Sanitária (CCVISA) e membro do Conselho Diretor da American Society of Clinical Oncology.

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