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    Outubro Rosa: a história da campanha mundial que salva vidas

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    De acordo com dados da Organização Mundial de Saúde (OMS), o câncer de mama acomete cerca de 2,1 milhões de mulheres anualmente em todo o mundo. Só no Brasil, o Instituto Nacional de Câncer (INCA) estima que, para cada ano do triênio 2020/2022, sejam diagnosticados 66.280 novos casos.

    Outubro Rosa: o que você precisa saber sobre câncer de mama

    Por isso, mais do que falar sobre câncer de mama, é preciso ampliar a conscientização sobre a importância da prevenção, diagnóstico precoce e controle da doença. É com este objetivo que nasceu a campanha mundial Outubro Rosa.

    “Os cuidados com a saúde devem acontecer durante o ano todo, mas, em outubro, o tema ganha ainda mais atenção. Atividade física, alimentação saudável e exames de rastreamento, sobretudo a mamografia, são essenciais para a saúde da mulher”, enfatiza o cardiologista, presidente do Conselho Diretor do InCor e da área de Cardiologia do Hospital Sírio-Libanês, Roberto Kalil.

    E para quem não sabe, o movimento surgiu na década de 90, quando a Fundação Susan G. Komen for the Cure criou o laço cor-de-rosa e distribuiu aos participantes da primeira ‘Corrida pela Cura’ (Race4TheCure), realizada em Nova York, nos Estados Unidos.

    É neste mês que escolas, museus e estabelecimentos comerciais ganham detalhes cor-de-rosa na decoração. Em São Paulo, a iluminação do obelisco, no Parque do Ibirapuera, foi o primeiro monumento a ganhar as cores da campanha mundial, em 2002.

    Outubro Rosa: câncer de mama mata cerca de 14 mil mulheres anualmente no Brasil

    No #outubrorosa, vamos nos unir de coração a essa luta!

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    Dia Nacional do Cardiologista: conheça algumas curiosidades sobre o coração

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    Que o coração é responsável por bombear o sangue arterial para todo o organismo, não é novidade. Mas o que nem todo mundo sabe é que há diversas informações interessantes sobre um dos principais órgãos do corpo humano. “E é sempre válido lembrar que para ter um coração em funcionamento perfeito é importante adotar hábitos de vida saudáveis, com boa alimentação e prática de atividade física”, alerta o cardiologista Roberto Kalil.

    Hoje, 14 de agosto, comemora-se o dia Dia Nacional do Cardiologista — data em que foi fundada a Sociedade Brasileira de Cardiologia , há 76 anos.  Por isso, com a ajuda do especialista, Coração & Vida preparou uma lista com cinco curiosidades sobre o órgão.
    Confira:

    1- O tamanho do coração de um adulto é um pouco maior do que seu próprio punho
    Um coração adulto mede aproximadamente 12 cm de comprimento e 9 de largura


    2 – O coração é um órgão capaz de bater fora do corpo
    O músculo gera seus próprios impulsos elétricos. Se desligado do corpo humano,  pode chegar a até 2 minutos de batimentos fora do organismo.


    3 – O coração não é completamente redondo, nem está situado ao lado esquerdo do peito
    Ao contrário do senso-comum, o coração está situado na parte central do tórax, entre os pulmões.


    4- Cerca de 7.500 litros de sangue são bombeados pelo coração diariamente
    É o órgão responsável por irrigar e oxigenar todo o corpo humano.


    5 – Mais de 2 milhões de batimentos cardíacos
    É o total, aproximado, de batimentos que o coração pode chegar a realizar durante toda a vida de uma pessoa.*
    Por minuto, são cerca de 75 batidas.

    *levando em conta a expectativa de vida ao nascer do brasileiro em 2019, 73 anos para o homem e 80 anos para a mulher.

    Revisão técnica
    Prof. Dr. Max Grinberg
    Núcleo de Bioética do Instituto do Coração do HCFMUSP
    Autor do blog Bioamigo

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    Álcool e coração

    Beber uma taça de vinho faz bem e todo mundo gosta. Mas quando o consumo de álcool passa a ser prejudicial à saúde? Saiba quais são os principais riscos no Minuto do Coração, novo programa do Dr Kalil, na Jovem Pan

     

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  • Dr. Roberto Kalil Filho

    Roberto Kalil Filho

    Graduado em Medicina pela Universidade de Santo Amaro (1985), doutorado em Cardiologia pela Universidade de São Paulo e pós-doutorado pela Johns Hopkins University. No InCor, desempenha as funções de diretor da divisão de Cardiologia Clínica, presidente da Comissão Científica, presidente da Comissão de Ensino, além de atuar como presidente do Conselho Diretor e membro da Comissão Complementar do Programa de Pós-Graduação. Também é diretor do Serviço de Cardiologia do Instituto do Câncer, diretor geral do Centro de Cardiologia do Hospital Sírio-Libanês e professor titular do Departamento de Cardiopneumologia da USP.

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  • Jaqueline Issa

    Jaqueline Issa

    Graduada em Medicina (1987) pela Faculdade Regional de Medicina de São José do Rio Preto e doutora em Cardiologia (2002) pela Faculdade de Medicina da USP. Atualmente, é diretora do Programa Ambulatorial para o Tratamento do Tabagismo.

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  • Martino Martinelli

    Martino Martinelli

    Graduado em Medicina pela Faculdade de Ciências Medicas de Santos (1976) e doutorado em Cardiologia pela Universidade de São Paulo (1992). Atualmente, é professor Livre-Docente pela USP, professor colaborador médico também da USP, diretor de Unidade Clinica do InCor, membro do Heart Rhythm Society e editor das atuais Diretrizes Brasileiras de Arritmias Cardíacas – SBC.

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    Mauricio Scanavacca

    Graduado em Medicina pela Faculdade de Ciências Médicas de Santos (1978), doutorado em Cardiologia pela Universidade de São Paulo (1995) e livre-docência pela USP (1998). É médico-assistente da Unidade Clínica de Arritmias e Marca-passo do Instituto do Coração desde 1982 e médico supervisor do Laboratório de Eletrofisiologia da Unidade Clínica de Arrritmia e Marcapasso do InCor desde 1998.

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    Nana Miura

    Graduada em Medicina pela Universidade de São Paulo em 1979, doutorado em Cardiologia pela USP (1995). Atualmente, é médica assistente do Instituto do Coração.

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  • Luiz Aparecido Bortolotto

    Luiz Aparecido Bortolotto

    Graduado em Medicina (1984), doutorado (1996) em Cardiologia e Livre Docência (2007) pela Faculdade de Medicina da USP. Atualmente, é diretor da Unidade de Hipertensão Arterial do InCor.

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    Pedro Lemos

    Graduado pela Universidade de Brasília (1993) e PhD em Medicina pela Universidade Erasmus em Roterdam, Holanda (2004). Atualmente, é coordenador técnico e científico do Serviço de Hemodinâmica e Cardiologia Intervencionista do Hospital Sírio-Libanês, professor livre-docente pela Faculdade de Medicina da USP, professor colaborador médico da USP e diretor do Serviço de Hemodinâmica e Cardiologia Intervencionista do Instituto do Coração.

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