Coração e Vida | Arquivos Nutrição - Coração e Vida

Nutrição

  • Foto: Shutterstock

    Vitamina D: sua importância vai muito além da relação com a saúde dos ossos

    Foto: Shutterstock

    Foto: Shutterstock

    Que a vitamina D é a principal substância responsável pela regulação de cálcio e fósforo no organismo, atuando sobretudo no fortalecimento ósseo e muscular, todo mundo sabe. Tanto é que, em crianças, a deficiência do hormônio (sim, é considerado um hormônio) causa raquitismo infantil. Mas não é só isso. Com a ajuda da nutricionista Thaís Cardeal, o site Coração & Vida selecionou os principais benefícios do nutriente para o organismo.

    Confira:

    – A substância tem papel importante na contração muscular, o que vale para todos os músculos do corpo, inclusive o coração

    – Cerca de 80% da obtenção de vitamina D é proveniente da exposição ao sol, e 20% de alimentos, como salmão e ovo

    – Trabalhos científicos indicaram que hormônios produzidos no cérebro, como serotonina e ocitocina, relacionados ao bem estar e comportamento, são ativados pela vitamina D

    Mais:
    Deficiência de vitamina D aumenta risco de depressão, diz estudo

    – Sabe-se que a vitamina D  está relacionada ao sistema imunológico. Alguns trabalhos identificaram que parte do sistema de defesa do organismo tem receptores para a vitamina D, atuando na melhora do organismo como todo

    – Estudos recentes têm relacionado a deficiência de vitamina D com várias doenças autoimunes, como lúpus, diabetes tipo 1 e esclerose múltipla

    Revisão técnica
    Prof. Dr. Max Grinberg
    Núcleo de Bioética do Instituto do Coração do HCFMUSP
    Autor do blog Bioamigo

    Mais informações
  • foto_platô

    Ficou mais difícil emagrecer? Pode ser o efeito platô

    foto_platô
    Atingir o peso ideal é um verdadeiro desafio para muitos brasileiros. De acordo com o Ministério da Saúde, cerca de 53% da população está acima do peso. Se começar uma dieta é difícil, continuar nela pode ser ainda mais. Isso porquê é muito comum que depois de certo tempo o corpo pode se acomodar frente a algum estímulo, seja por conta da alimentação, ou, até mesmo, pela sequência de treinos. Com isso, a perda de peso pode estacionar ou ser mais lenta. Esse fenômeno é conhecido como efeito platô.

    Mais:
    Reducetarianismo: menos carne, mais vegetais. Conheça a dieta da moda

    A endocrinologista do hospital Sírio-Libanês, Cláudia Cozer Kalil explica que, com o passar do tempo, o organismo pode interpretar a mudança na alimentação como uma escassez alimentar e, por proteção, diminuir o metabolismo. Isso quer dizer que o corpo aumenta a absorção de nutrientes na tentativa de evitar que o indivíduo perca muito peso. É como se fosse um mecanismo de defesa natural.

    Mais: 
    Clean label: busca por “alimento limpo” vem para ficar

    De acordo com a especialista, quanto maior o grau de atividade física aeróbica, menor é a chance de ocorrer o efeito platô. Mas a tendência é que a perda de peso fique mais difícil quando a pessoa está mais próxima do seu índice de massa corporal (IMC) ideal. O IMC é calculado dividindo o peso (em kg) pela altura ao quadrado (em metros) e o resultado deve ficar entre 18,5 e 25, de acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS).

    Para fugir do efeito platô, Claudia Cozer Kalil diz que o melhor é evitar dietas muito restritivas por períodos longos. Realizar atividades físicas com frequência, e adotar uma alimentação mais saudável de forma natural é o segredo para manter a boa forma.  “Assim, o organismo vai entender que esse é o novo ambiente calórico”, afirma.

    Mais:
    Óleo de coco ajuda a queimar caloria?

    Revisão técnica
    Prof. Dr. Max Grinberg
    Núcleo de Bioética do Instituto do Coração do HCFMUSP
    Autor do blog Bioamigo

     

    Mais informações
  • oleodecoco_

    Óleo de coco ajuda a queimar caloria?

    oleodecoco_Que atire a primeira pedra quem nunca ouviu dizer que o óleo de coco é importante aliado na queima de gordura. O alimento virou febre, e rapidamente ganhou adeptos mundo afora quando o assunto é emagrecimento.

    Entre as principais razões está o fato de ser um alimento rico em um tipo diferente de gordura saturada, os chamados triglicérides ou ácidos graxos de cadeia média. “Este tipo de gordura é rapidamente absorvida pelo intestino e oxidada, ou seja, quebrada, gerando energia. Não ficam estocados no tecido adiposo, como gordura”, explica a nutricionista Paula Hertel.

    Extraído a frio, a partir da massa da fruta fresca, preferencialmente colhida de uma plantação certificada e orgânica, o óleo de coco é retirado até 48h após a colheita.  Seus principais benefícios para a saúde incluem melhora na imunidade,  auxílio na digestão, além de melhora na elasticidade da pele, e no combate ao envelhecimento precoce.

    Mais:
    Deficiência de vitamina D aumenta risco de depressão, diz estudo

    “O segredo está no tipo do alimento e como ele é rapidamente processado no organismo. Porém, não existem evidências de que, de fato, o óleo de coco ajude a emagrecer”, explica Paula. “Sabemos que o emagrecimento envolve um estilo de vida saudável, com hábitos alimentares adequados e pratica de atividade física”, complementa.

    Outro vantagem do óleo é proporcionar maior sensação de saciedade. Mas, atenção: incorporar o óleo à dieta sem mudar restante do cardápio, adequando-o à uma alimentação saudável, priorizando legumes e vegetais, não fará com que o ponteiro da balança caia.

    Mais:
    10 dicas para diminuir o consumo de açúcar e sal

    Mais informações
  • Açúcar vicia e prejudica a formação do paladar dos bebês. Hábitos alimentares da família fará diferença na saúde da criança

    Crianças: açúcar não deve ser consumido até, pelo menos, 2 anos de idade

    The sugar lies on the black background

    Açúcar vicia e prejudica a formação do paladar dos bebês. Hábitos alimentares da família farão diferença na saúde da criança futuramente Foto: Freepik

    Consumir alimentos naturais, orgânicos, não processados e, tampouco, açucarados. Essa é a regra da prática alimentar considerada saudável, e que deveria ser levada ainda mais a sério quando se trata da alimentação de crianças. Desde 2017, o Ministério da Saúde adotou, durante o Encontro Pan-americano de Obesidade Infantil, a proibição formal da oferta de açúcar para crianças de até 2 anos — incluindo bolachas, doces diversos e, sobretudo, refrigerantes e sucos artificiais.

    Mas, infelizmente, a medida não surtiu efeito nos lares brasileiros. De acordo com dados da Pesquisa Nacional de Saúde (PNS), do Instituto Brasileiro de Geografia (IBGE), 32,3% de bebês abaixo dessa faixa etária já consomem açúcar — principalmente em bebidas adoçadas artificialmente. A preocupação se dá pelo fato de o paladar começar a ser formado nesta faixa etária. “Isso faz com que a criança ‘acostume’ as papilas gustativas da boca ao paladar doce. O resultado é o número absoluto de células gordurosas no corpo”, explica a endocrinologista e coordenadora do núcleo de obesidade e transtornos alimentares do Hospital Sírio-Libanês, Denise Iezzi.

    Sabe-se que a criança nasce com certa predisposição para gostar de um ou outro tipo de alimento, mas a educação e os hábitos alimentares da família farão toda a diferença no futuro. “Daí o incentivo ao combate a obesidade infantil, com grande ênfase aos hábitos instituídos pelos adultos perante esta criança, antes dos 2 anos de idade”, complementa.

    Por isso, a oferta e a ingestão de variedade de alimentos naturais, como legumes, frutas, verduras e proteína torna-se essencial. “As medidas comportamentais da família com a criança até os dois anos de idade serão a base de uma vida pré escolar saudável”, enfatiza, Denise. Estudos apontam que a obesidade na adolescência, em 89% dos casos, é resultado de sobrepeso na infância.

    A médica destaca, ainda, a importância de que, tão cedo a criança inicie a vida social, não seja incentivada ao sedentarismo. É importante que não passe mais do que duas horas diárias na frente da tevê, computador, games ou tablets.

    Revisão técnica
    Prof. Dr. Max Grinberg
    Núcleo de Bioética do Instituto do Coração do HCFMUSP
    Autor do blog Bioamigo

    Mais informações
  • Alternativa para quem tem histórico de colesterol alto, intolerância à lactose ou alergia à proteína do leite. Foto: Shutterstock

    Requeijão de inhame é saboroso e mais saudável. Aprenda a fazer

    Alternativa para quem tem histórico de colesterol alto, intolerância à lactose ou alergia à proteína do leite. Foto: Shutterstock

    Alternativa para quem tem histórico de colesterol alto, intolerância à lactose e alergia à proteína do leite. Foto: Shutterstock

    Queridinho na mesa do café-da-manhã dos brasileiros, o requeijão pode ser muito mais saudável quando feito em casa. Mandioca, inhame ou castanha de caju são alguns dos ingredientes naturais que garantem ao alimento um sabor delicioso, além de torná-lo mais saudável  — em substituição ao queijo, que pode conter gordura em proporção não saudável, e às opções de mercado, que levam diversos ingredientes.

    Paula Hertel, nutricionista do Hospital Sírio Libanês, explica que o requeijão de inhame vem ganhando atenção e não apenas de vegetarianos e veganos. “A vantagem de usar um produto de origem vegetal é que ele não contém gordura saturada, o que evita o colesterol. É uma ótima alternativa, principalmente para quem tem histórico de colesterol alto, intolerância à lactose ou alergia à proteína do leite”, explica

    7 erros cometidos por quem faz dieta low carb

    Ela destaca ainda que o inhame é um alimento bastante nutritivo, além de ser um carboidrato do bem: ele ajuda na modulação hormonal das mulheres.

    Fazer seu próprio requeijão de inhame é rápido e fácil. Veja a receita:

    Ingredientes
    – 03 inhames médios, cozidos e descascados
    – 01 colher (sopa) de azeite
    – 01 colher (sopa) de polvilho azedo
    – 1/3 de água
    – 1/2 colher (sopa) de suco de limão OU vinagre
    Sal a gosto

    Modo de preparo
    Coloque todos os ingredientes no liquidificador ou no processador até que se forme uma pasta. Armazene em um recipiente de vidro fechado e consuma em até 5 dias.

    Vegetal pode entrar na alimentação de formas mais leves e ainda muito saborosas. Saiba como

    Revisão técnica
    Prof. Dr. Max Grinberg
    Núcleo de Bioética do Instituto do Coração do HCFMUSP
    Autor do blog Bioamigo

    Mais informações
  • _0013_Paula-Hertel-_Reprod_facebook

    Paula Hertel

    Graduada em Nutrição pelo Centro Universitário São Camilo e pós-graduada em Bases Nutricionais da Atividade Física – Nutrição Esportiva pela Universidade Gama Filho e em Nutrição Clínica Funcional pela Universidade Cruzeiro do Sul.

    Mais informações

Esse site é melhor visualizado no modo Portrait.

Esse site é melhor visualizado no modo Landscape.