Pacientes e famílias criam clubes de doação de remédios nas redes sociais
Na luta contra o tempo para obter medicamentos controlados e caros, doentes graves apelam para grupos de troca de fármacos; prática é desaconselhada por médicos e, nos casos de substâncias de alto custo do SUS, proibida pelo Ministério da Saúde.
De um lado, pacientes à beira do desespero, vítimas de doenças graves lutando contra o tempo. De outro, remédios controlados e caríssimos, geralmente obtidos na rede pública.
Dezenas de grupos de Facebook têm funcionado como um balcão de trocas e doações de medicamentos. Em geral, são unidades remanescentes de algum parente que morreu ou de um paciente que finalizou o tratamento. E a família usa a rede social para passar adiante, na intenção de fazer o bem.
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